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Saneamento
ambiental Estações de tratamento de esgoto (ETE) foram construídas sem as redes e elevatórias, que levam o esgoto dos bairros às ETEs. Elas estavam secas em 2006 e o esgoto chegava à baía pelos rios Iguaçu, Sarapuí, Meriti, Irajá, etc. ETEs foram inauguradas até duas vezes por governantes, enquanto os tubos subterrâneos não foram construídos. Em 2007/8 investimos R$ 110 milhões de recursos do FECAM (Fundo Estadual de Conservação Ambiental) nas redes e elevatórias da Barra e Jacarepaguá executadas pela CEDAE; no início de 2007 todo o esgoto da região chegava às lagoas e às praias. Ao fim de 2008 teremos 1300 litros por segundo lançados no emissário submarino. Em 2007/8 totalizaremos R$ 100 milhões nas redes da ETE Alegria (que retirará 2 maracanãzinhos de esgoto por dia da baía) e iniciando redes das ETEs Pavuna e São Gonçalo. O governo Lula liberou 200 milhões do PAC para o saneamento de Volta Redonda e Barra Mansa, Nova Iguaçu, Mesquita, Belfort Rocho, etc. A ALERJ aprovou lei que destina R$ 50 milhões por ano aos Comitês de Bacia para o saneamento e recuperação das bacias hidrográficas. O governador Sérgio Cabral garantiu que recursos do FECAM sejam aplicados em saneamento ambiental, lagoas (as obras de Itaipu e Piratininga já foram entregues, e as de Araruama estão sendo finalizadas) e lançará o 1º plano decenal de saneamento ambiental do estado. A
água contaminada é a primeira causa de mortalidade infantil,
e o esgoto é a principal causa de poluição de rios
e de praias. É uma esperança na defesa da natureza e da
vida. Carlos Minc deputado estadual,no exercício de Secretário do Ambiente do Rio de Janeiro |