Não há que dourar a pílula. Ainda resta muito por fazer na área ambiental do Rio de Janeiro. Mas, com Minc à frente da SEA (2007/2008; 2011/2014) ou influenciando a política ambiental no estado, quando foi ministro do Meio Ambiente (2008/2010), nunca se avançou tanto na área ambiental fluminense.

Avanços que foram viabilizados por conta de mais recursos conquistados para o meio ambiente e o trabalho de uma equipe qualificada que esteve ao lado da gestão Minc. Avanços conquistados em diversas áreas, tendo como destaque o aumento dos índices de saneamento e o avanço do número de áreas verdes protegidas no Rio de Janeiro.

Minc assumiu a SEA em janeiro de 2007. Após um ano e quatro meses reformulando a secretaria e promovendo várias iniciativas ambientais, assumiu, em maio de 2008, o cargo de ministro do Meio Ambiente. Marilene Ramos ficou então à frente da SEA, garantindo a continuidade das políticas públicas implementadas por Minc.

 

De volta ao cargo de secretário do Ambiente, em 2011, Minc deu continuidade aos projetos e iniciativas do seu primeiro período à frente da SEA. Ao final de sua gestão, em janeiro de 2014, duas realizações se sobressaíram: o Rio de Janeiro passou do maior estado para o de menor desmatador da Mata Atlântica; e 94% do lixo produzido pelos municípios fluminenses estava sendo encaminhado para tratamento em aterros sanitários.

REALIZAÇÕES AMBIENTAIS

 

Minc conseguiu que os recursos do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam) fossem, pela primeira vez, aplicados totalmente em ações e projetos ambientais. Com mais recursos disponíveis, o saneamento foi uma grande prioridade de sua gestão, ampliando de 15% para 40% o percentual de esgoto tratado no estado.

No setor, Minc lançou o Programa Sena Limpa, para o avanço da despoluição de praias do Rio de Janeiro, da Zona Norte à Zona Sul, como as da Ilha de Paquetá, as da Bica e da Guanabara, na Ilha do Governador, e as praias Vermelha, de Ipanema e Leblon.

O legado negativo no setor de saneamento é enorme, fruto de décadas e décadas de descaso, em especial quando se fala da Baía de Guanabara. Mas também aí houve avanços: foram concluídas estações de tratamento de esgoto – algumas paradas por 13 anos – no entorno da baía e realizadas obras de esgotamento sanitário em cidades da bacia contribuinte da baía, como Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e São Gonçalo e Itaboraí. Os lixões das prefeituras do entorno da baía foram desativados.

A ampliação da proteção ao verde foi outro destaque. O Rio de Janeiro era o estado que mais desmatava a Mata Atlântica. Atualmente, é o estado brasileiro que menos desmata e o que mais criou parques, ampliando a biodiversidade e o ecoturismo.

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